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  •   João Polippo
  • Região:São Tomé Noroeste     23-11-2016

Colégio Estaduais Santos Dumont e Pedro Fecchio realizam na noite de terça-feira (21) amostra afro-brasileira, em homenagem ao dia da consciência negra no Brasil.

 

O evento contou com a presença de autoridades como a chefe do núcleo regional de Cianorte Yolanda Cristina Rodrigues Oliveira, o prefeito eleito de São Tomé Ocelio leite e do Vereador Erivaldo da Cruz, alem de professores e pais de alunos.

 

O evento, inserido nas comemorações do Dia da Consciência Negra, ocorreu  no ginásio de esportes do colégio Santos Dumont,  e envolveu alunos dos dois colégios e também da APAE de São Tomé. A programação contou com apresentações de grupos folclóricos, dramatizações, musicais e exposições.

 

Os alunos prepararam também exposições abordando temas como história da África, culinária, cultura e religiões africanas.

 

Com a implementação da Lei 10.639 de 2003, toda escola de educação básica deve ensinar aos alunos conteúdos relacionados à história e cultura afro-brasileiras.

O dia da Consciência Negra, comemorado no domingo (20), foi de muitas homenagens em Alagoas, na terra onde viveu o líder Zumbi dos Palmares.

 

Mais de cinco mil pessoas participaram da festa que lembrou a história de resistência negra no país. E que também mostrou que ainda há muito o que conquistar.

 

A subida até a Serra da Barriga, berço de Zumbi dos Palmares, tem seis quilômetros - e dezenas de pessoas fizeram o trajeto sob sol forte. Religiosos de matrizes africanas davam as boas vindas aos que chegavam no alto da serra.

 

Na época do Brasil Colonial, mais de 30 mil pessoas moravam no Quilombo dos Palmares, palco de grandes confrontos entre o povo escravizado e os soldados portugueses. A luta de Zumbi pela liberdade transformou o local em uma espécie de santuário da consciência negra.

 

Zumbi dos Palmares chegou à Serra da Barriga aos 15 anos de idade e em pouco tempo se tornou um dos maiores líderes dos quilombolas. O curioso é que, antes disso, ele se chamava Francisco. A mudança de nome para Zumbi significa 'aquele que estava morto e reviveu' - e talvez isso ainda faça sentido porque a presença continua muito viva no local.

 

No noticiario brasileiro os líderes ligados à defesa da cultura africana no Brasil disseram que as comemorações devem servir como incentivo para que todos reflitam sobre a igualdade racial.

 

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