Falta de informação sobre febre amarela coloca macacos em risco

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  • Região:Cianorte Noroeste     24-01-2018

Em meio ao alerta por conta do aumento do número de casos de febre amarela nos últimos meses por todo o país, especialmente na região sudeste, é comum surgir entre a população uma série de dúvidas e informações equivocadas sobre o assunto. Um bom exemplo é o boato que atribui aos macacos a transmissão do vírus da doença. A afirmação, além de falsa, é injusta, poisassim como os seres humanos,eles são vítimas do mosquito transmissor, que na área urbana é o Aedes aegypti e nas florestas o Haemagogus e oSabethes.

            O mal-entendido tem deixadoa equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) de Cianorte em estado de alerta, tendo em vista que o Parque Cinturão Verde, que fica na área urbana, abriga uma população considerável de primatas – mais de 350 macacos-prego. “É importante deixar bem claro para a população que a presença deles não representa nenhum tipo de ameaça e que os verdadeiros vilões são os mosquitos transmissores infectados”, comentou o secretário da pasta, Guilherme Comar Schulz. 

            O receio dos representantes da pasta é de que, à exemplo do que acontece em outras partes do país, a população passe a agredir, maltratar ou a matar esses animais. “Lembrando que essas ações são consideradas crimes ambientais e que prejudicam a prevenção dos surtos de febre amarela, já que os primatas são os primeiros a morrer pelo contágio nas florestas e por isso servem de alerta para a adoção de medidas de controle” completa o secretário.

Até o momento, não houve nenhum registro de práticas criminosas como essas no município. “Contudo, seguimos em alerta realizando sondagens e contamos com a participação da população para a denúncia de qualquer ocorrência nesse sentido por meio do telefone 3631-6463”, salienta Guilherme.

FORA DE RISCO

            Em Cianorte, a probabilidade de acontecer uma epidemia de febre amarela é praticamente nula, tendo em vista que grande parte da população está imunizada contra a doença. “A dose há anos integra o calendário de vacinação do município e é aplicada em pessoas que possuem entre nove meses e 59 anos 11 meses e 29 dias, com algumas exceções. Após ter sido tomada uma vez, o indivíduo se tornaimune à doença por toda a vida”, conta a secretária municipal de Saúde, Michelly Polyana ViguiattoPricinotto. As pessoas que ainda não possuem o registro de imunização na Carteirinha de Vacinadevem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de casa para receber a dose. 


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