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  • Região:Japurá Mundo     20-09-2017

 

A britânica Debbie Kin, de 40 anos, casada com o cantor pop Jonathan Ansell (à esquerda), de 35, revelou uma história apavorante. Ela estava grávida quando saiu de férias com Jonathan e os dois filhos do casal, Siena, de 6 anos, e Dexter, de 2. A família foi para Lanzarote, ilha ao leste do arquipélago das Canárias, próximo à costa do Marrocos. No início da viagem, Debbie percebeu que o coração de seu bebê havia parado de bater. Ela foi a um hospital mas não tirou o feto, de 10 semanas. A inglesa decidiu não avisar ninguém. Escondeu pelos dez dias seguintes da viagem que carregava um bebê morto na barriga. “Não queria estragar as férias da família”, justificou.


Essa decisão inacreditável quase custou a vida da própria Debbie. Ao retornar para o Reino Unido, ela foi internada com sangramento. Chegou a ficar em coma.

 

Foi operada e agora está se recuperando da cirurgia. Segundo os médicos, ela corre o risco de não poder mais ter filho, porque já tem mais de 40 e teve complicações na cirurgia. Ela contou ao The Sun os detalhes dessa história.

Ex-apresentadora de TV no Reino Unido, Debbie é casada com um cantor que ficou famoso após faturar com seu grupo G4 o primeiro lugar no programa X Factor, que revela artistas numa competição. Debbie disse que o episódio com o bebê morto em seu ventre aconteceu em agosto, mas só foi divulgado agora.

“Percebi que meu bebê poderia estar morto quando completei dez semanas de gravidez”, conta. “Já estava no terceiro dia de férias”, lembra.

 

Ela foi então sozinha a um hospital na ilha da Lanzarote para fazer um ultrassom, enquanto o marido e os filhos se divertiam num passeio. “Disse que estava cansada ao meu marido e precisava relaxar”, recordou.

 

“O médico me examinou e concluiu que o bebê não estava se mexendo, mas não podia ter certeza exatamente do que estava ocorrendo”, ela relembra.

O médico a encaminhou então a um hospital maior e mais aparelhado, em Arrecife, capital de Lanzarote.

Os profissionais de Arrecife que a atenderam constataram que o bebê dela estava mesmo sem vida. “Eles me encaminharam a outro departamento do hospital, para retirar o bebê, mas não fui”, diz ela.

 

Foi nesse momento que ela decidiu arriscar: ficar na ilha, sem contar nada ao marido e filhos.

— Estava nervosa. Não sabia o que fazer. Tensa, cheguei à conclusão de que serioa melhor não contar a ninguém. Seria uma trauma muito grande. Todos na família não conseguiriam ficar mais na ilha.

— Preferi esconder a notícia dele. Foi loucura, mas não consegui pensar em outra coisa.

— Fiquei triste, deprimida, mas consegui disfarçar. Não queria arruinar as férias da família de jeito nenhum.

Ela arriscou a vida, mas ficou ao lado dos filhos e do marido nos dias seguintes. “Não sentia dor física, mas sim uma angústia e uma tristeza por ter perdido meu filho”, emociona-se.

Quando a família retornou à Inglaterra, para a casa da família em Leeds, a britânica começou a se sentir mal. Sentiu um sangramento e chamou a ambulância.

O marido estava fora. Quando chegou, tomou um susto ao ver enfermeiras e socorristas circulando freneticamente pela casa da família. Ele não entendeu nada. Foi informado de que a mulher tivera complicações na gravidez e que deveria seguir para o hospital St James.

 

Debbie foi levada para a uma cirurgia, que durou duas horas. Os médicos não conseguiam conter o sangramento. Só dois dias depois ela recuperou a consciência, já sem o bebê. Perdeu muito sangue e quase morreu.

Os médicos informaram que uma complicação rara na placenta e na bexiga ocasionou a morte do bebê. Como ela demorou mais de uma semana para retirar o feto da barriga, sangrou muito e quase morreu no hospital. Passou por outras intervenções.

Ainda está sendo tratada, mas agora respira aliviada em casa. Preocupado com o estado de saúde da mulher, o marido resolveu discutir sobre o que aconteceu. “Pedi desculpas. Disse que perdi a cabeça. Ele ficou ao meu lado e até cancelou shows com sua banda para estar mais perto de mim e dos filho”, revela. “Foi o episódio mais dramático que vivi. Fui irresponsável, eu sei. Mas só quero voltar a tocar a minha vida de novo. Não sei se poderei ter outro filho.

 

Foto: Reprodução (Daily Mail)


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