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  • Noticias postada em: Paraná Entretenimento     03-06-2017

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No filme que é dirigido por Patty Jenkins, a atriz israelense Gal Gadot (Velozes e Furiosos 7) dá vida à Diana Prince, princesa das Amazonas que, apesar de treinada desde criança para ser uma poderosa guerreira, nunca deixou a Ilha paradisíaca de Themyscira. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) acidentalmente cai na ilha, Diana descobre sobre os horrores da 1ª Guerra Mundial e decide deixar seu lar, abraçando a missão de salvar a humanidade.

 

Primeiro filme de super-herói com direção feminina (e apenas o segundo com uma mulher no papel protagonista), Mulher Maravilha é, possivelmente, a melhor adaptação da DC desde Batman – O Cavaleiro das Trevas (2012). A expectativa é de que o filme ajude a recuperar o status da DC na produção de filmes, prejudicado pelo desempenho ruim de Batman Vs Superman – A origem da Justiça e Esquadrão Suicida (ambos lançados em 2016). O Universo Estendido deles ainda recebe nesse ano o seu grande trunfo: Liga da Justiça, no dia 16 de novembro.

 

Quem assistir ao filme verá uma heroína no melhor estilo do termo: Diana equilibra a ingenuidade, bondade e curiosidade de uma princesa criada em um mundo paradisíaco habitado apenas por mulheres, com a força e a coragem características de uma poderosa guerreira. O resultado é diferente de tudo o que se tem feito em filmes do gênero. Diana não possui uma agenda oculta como a maior parte dos heróis que temos visto nas telas. O que motiva a Mulher Maravilha é a empatia com um mundo que caminha para a destruição e necessita de um símbolo de esperança (qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência).

 

 

Tecnicamente o filme é de tirar o fôlego. A câmera de Jenkins capta minuciosamente cada movimento da heroína, usando o slow motion de maneira inteligente para narrar as cenas de luta e mostrar tudo o que a Princesa de Themyscira é capaz de fazer. Destaque também para a trilha sonora de Rupert Gregson-Williams, ao melhor estilo de Hans Zimmer, que se encaixa perfeitamente nos movimentos e ações. Gal Gadot e Chris Pine conseguem realizar a tarefa de convencer tanto nas cenas dramáticas quanto nos respiros cômicos da narrativa, dando ao público a fluidez necessária para manter a concentração nas quase 2h30 de filme.

 

Além de ser um ótimo entretenimento, o filme tem uma importante representação para o público feminino que, com exceção de Elektra (2005), não possuía nenhum filme com heroínas no papel principal. Mulher Maravilha vai ao encontro da discussão atual e necessária sobre o empoderamento feminino e os padrões socialmente impostos às mulheres, além é claro, de mostrar todas as diferenças de uma heroína filmada pelas lentes de uma mulher.

 

Fonte: Bem Paraná


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